Having found some dolls next to the pictures of the objects that belonged to the victims of the holocaust caused me a strong impact. Maybe because I’ve always liked dolls myself. They were my childhood companions to whom I would make clothes, bundle, comb, as if they were people. It was by recognizing my children´s feelings about the dolls that I realized that if the dolls are in the museums or memorials of the holocaust, it means that they accompanied their owners after they were removed from their homes. Otherwise, they would have lost themselves by the utensils and objects of the houses. From this thought, some questions arose, which I tried to answer through this series of paintings: Who would be their owners? What would these girls look like? What would they have felt to get separate from their dolls?
It was to answer these questions that I began to paint them. I decided to give the supposed doll owners a face and an expression. I decided to use the shades of gray for the girls, in reference to their disappearance and keep the dolls colorful, in reference to life. As if to say that only they survived. The sepia tones or the bluish and greenish ashes carry the same meaning. (mais…)
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O Uso De Um Espelho Como Estratégia Pictórica – Uma anamorfose no campo da visão para a inclusão do espectador no campo da representação

Psicanalista e Mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
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De que veneno precisamos?

Relatório sobre o desenvolvimento do Projecto de Arte Pública realizado para o evento: Chiado Efervecência urbana, artística e literária de um lugar Curso: Mestrado em pintura Disciplina: Projecto de Arte Pública Docente: Professor Dr. José Quaresma ano lectivo: 2009/2010
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Instalação: O duplo do caminho

o duplo do caminho Uma reflexão sobre espaço-tempo “Uma pedrinha limada, envelhecida, contém mais água que um poço, não em si, mas no que lhe falta.” (Maria Carpi) Este trabalho que foi realizado para a disciplina Atelier tridimensional: Instalação, do Prof. Dr. Hélio Fervenza, para a Especialização em Poéticas Visuais: pintura, desenho e instalação: processos […]
O “entre-duas-mortes” como enigma no processo de criação
Articulações entre o filme “O sétimo selo”, de Ingmar Bergman, e o conceito formulado por Jacques Lacan em sua análise sobre Antígona, de Sófocles
“É na travessia dessa zona que o raio do desejo se reflete e, ao mesmo tempo, se retrai, chegando a nos dar esse efeito tão singular, o mais profundo, que é o efeito do belo no desejo.” Lacan (p.302) (mais…)
Apresentação – Exposição Fernando Lima
DEAMBULAÇÕES: A POÉTICA DOS LUGARES
Bernardete Conte
Psicanalista, Mestre em Pintura pela
Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, 2012
Fernando e eu fomos colegas no curso de Especializações em Poéticas Visuais, em Pintura, Desenho e Instalação: processos híbridos, da FEEVALE, Novo Hamburgo, RS, em 2007 e 2008. Durante esta convivência, foi que percebi o olhar transformador de Fernando Lima. Todos os elementos do universo são, para ele, potencialmente transformáveis. Esse olhar que vê mais além da forma visível, que vê mais além da qualidade material do objeto, que vê o invisível que está contido no objeto, é que possibilita o aparecimento de sua arte. Um fazer pictórico que mostra um outro lado da imagem: mostra o que se deixa ver e o que se propõe invisivelmente ao olhar. (mais…)
Apresentação – Exposição Mariza Carpes
INVISÍVEIS FEMINILIDADES
Bernardete Conte
Psicóloga e Mestre em Pintura pela
Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
O que fazer com pedaços de antigos objetos vinculados à história pessoal e familiar? Fragmentos de um véu de noiva dos anos setenta, meias de seda antigas que pertenciam à sua mãe, pedaços de velhos ferros de passar roupas ou de cintas elétricas destinadas ao emagrecimento, partes de toalhas bordadas e de objetos de cozinha. O que fazer destes fragmentos de um universo feminino constituído num determinado tempo e que fazem parte de um espaço outro? Jogar fora? Colocar tudo no lixo? É uma possibilidade, mas Mariza deu-lhes outro destino. Utilizou-os para realizar suas obras. (mais…)
Apresentação – Catálogo Dilva Conte
A certa altura da vida, as pessoas tendem a se acomodar. Coisa que não aconteceu com a Dilva. Ela resolveu aprender modelagem e foi atrás como uma adolescente guerreira. Ônibus de Caxias a Porto Alegre, táxis, carregamento de materiais, cansativas aulas a tarde inteira e o retorno a Caxias, para continuar ainda com as tarefas de casa. Persistente, procurou diversos professores, aprendeu um pouco com cada um e, assim, construiu seu estilo. (mais…)